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 Semestre fecha com leve recuo 12/07/2010 - 15:05
As exportações mato-grossenses fecharam o primeiro semestre de 2010 com leve recuo em relação ao faturamento registrado em igual período do ano passado.

Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgados ontem, as vendas internacionais somam US$ 4,54 bilhões, contra receita de US$ 4,60 bilhões no acumulado de janeiro a junho de 2009, redução de cerca de 1,3%.

Ainda conforme o MDIC, além de Mato Grosso, apenas outros três estados contabilizaram números negativos no semestre: Piauí (-20,18%), Sergipe (-6,98%) e Roraima (-5,15%).

Já na comparação anual, junho contra junho, a queda em 2010 atinge 33%, já que em junho de 2009 as vendas externas bateram recordes ao ultrapassar a barreira de US$ 1 bilhão em um único mês: US$ 1.02 bilhão. Em junho de 2010 os negócios somaram US$ 768,42 milhões, cifras que com exceção do registrado no ano passado, superaram os resultados de junho em anos anteriores.

Numa análise mensal do comportamento das exportações mato-grossenses, maio contra junho, há retração de pouco mais de 13%. Maio somou negócios de US$ 892 milhões.

São Paulo (US$ 23,2 bilhões) foi o que mais exportou no primeiro semestre do ano, acompanhado por Minas Gerais (US$ 12,3 bilhões) e Rio de Janeiro (US$ 9,3 bilhões). Os três mantiveram as posições que haviam conquistado no primeiro semestre de 2009. Em seguida, aparecem Rio Grande do Sul (US$ 7,1 bilhões) e Paraná (US$ 6,4 bilhões).

A China se mantém como o maior consumidor da pauta estadual. O país responde atualmente por mais de 37% das compras e registra em 2010 aumento de 12% sobre o apetite da pauta em relação ao acumulado em igual período do ano passado. De janeiro a junho de 2010, os negócios somam US$ 1,70. Em segundo lugar está a Holanda com participação de 10,30% e negócios de US$ 467 milhões.

QUEDA – A participação da soja em grão que já foi de mais de 80% do total comercializado pelo Estado, atualmente responde por 54%, ou US$ 2,48 bilhões. O Estado ampliou o mercado para o grão processado, óleo e farelo, em detrimento do grão in natura, por meio da verticalização da economia local.
Fonte: www.espressomt.com.br
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